quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Poema de Pelúcia


Contemplo a dor de uma existência aflita
que fita o amor com insistência do alvo errado.
Mundo cinzento no concreto que limita
o horizonte sem a beleza do ‘pecado’...

Seja o meu verso de pelúcia um desvairado
enlouquecido pela força de uma canção,

que exalta o amor dos poetas enamorados,

movido apenas pela força da paixão.

George Arribas







Um comentário:

  1. Gabriela Shuller (SC)22 de dezembro de 2013 01:54

    Gosto muito do seu estilo e da sua métrica.
    Esse poema é um critica de pelúcia (delicada, elegante e muito inteligente) aos soberbos, insensíveis e insensatos de plantão.
    Parabéns meu poeta !!!

    Gaby Schuller

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